Família Nômade


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Zôo Safari em SP – bem pertinho dos animais

Eu queria muito conhecer o Zôo Safari porque fui quando era pequena e lembrava muito bem de vários animais. Na minha época (faz tempo, hein?!!) ainda era chamado de Simba Safari. Lembro dos macacos que subiam no carro e de ver os leões. Desta vez, os leões estavam bem mais longe do que eu me lembrava, mas os macacos estavam pertinho e, sim, eles subiram no carro! Foi demais!!!

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O Zôo Safari fica bem perto do Zoológico tradicional de São Paulo. Pra quem nunca ouviu falar, eu explico: é um zoológico ao contrário. Os animais estão soltos (dentro de áreas restritas, claro) e os visitantes entram de carro. Pode ser o seu próprio carro ou, se preferir, o carro do Zôo.

 

Na entrada, você pode comprar pacotinhos de ração para dar aos animais. Eles já estão tão acostumados que se aproximam assim que o carro entra.

Já ouvi falar de pessoas que se decepcionaram com o Zôo Safari. Ele realmente tem menos animais do que os zoológicos costumam ter, mas para nós, poder dar comida aos cervos, às emas, às lhamas e ver os macacos tão de perto foi muito legal.

O carro vai seguindo o caminho delimitado e durante todo o trajeto há funcionários do zôo que abrem “as porteiras” e dão orientações como, por exemplo, fechar as janelas na área dos macacos. É proibido alimentá-los. Imagino o que eles fariam se as janelas estivessem abertas!!! Eles sobem no carro e chegam bem pertinho.

 

O Zôo Safari tem ainda dromedário, hipopótamo e tigre para admirar de longe.

Minha parte preferida foi a dos cervos. São iguais ao Bambi do desenho. Dica: compre mais de uma caixa de ração ou economize… eles comem muito!

O horário de funcionamento do Zôo Safari é das 9h30 às 16h00, todos os dias.

Mais informações aqui.


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Dicas para viajar mais gastando menos

Muita gente se queixa que viajar ficou muito caro. Não deixa de ser verdade, mas se você fizer bastante pesquisa na internet e for um pouco mais flexível, é possível, sim, viajar gastando pouco.

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Madri

Veja nossas dicas:

Passagens aéreas

Dica 1: Fique de olho em sites como TripCoSkyscanner e Melhores Destinos para encontrar promoções de passagens aéreas.

Dica 2: Você também pode viajar de ônibus, mas fique atento. Nem sempre é mais barato.

Dica 3: Assine as newsletters de companhias aéreas para receber notificações de promoções.

Dica 4: Se possível, deixe para comprar passagens fora do horário comercial, quando as promoções são mais frequentes.

Dica 5: Alguns dias e horários costumam ter passagens mais baratas: terças, quartas e quintas, sábados à tarde, domingo bemmm cedinho.

Dica 6: Quando perceber que tem uma promoção, não demore para comprar. As companhias costumam disponibilizar apenas algumas poltronas por aquele preço e usam a promoção como chamariz.

Dica 7: Esta é super importante! Quando for comprar passagens por terceiros como Submarino Viagens, Decolar, etc, fique atento às taxas. Às vezes, as passagens parecem mais em conta do que no site da própria companhia aérea. Quando somam as taxas, o preço fica igual ou maior. Não é sempre que isso acontece. Eu mesma já comprei passagens pela Decolar, por exemplo, que mesmo com as taxas era mais barato, mas na maioria das vezes você se empolga que é suuper mais em conta e quando termina todo o processo de compra descobre que o preço era o mesmo.

Dica 8: Algumas companhias chamadas Low Cost, tem passagens bem baratinhas. Você consegue viajar entre países da Europa pagando bem pouco, tipo 10 euros!! A pegadinha é que TUDO soma no preço da passagem.. se você despachar bagagem, paga mais; se sua mala/mochila/bolsa de mão for maior que o tamanho permitido, paga mais; se fizer o check in prioritário, paga mais; se escolher lugar, paga mais… e assim vai. Atenção!!! Em algumas companhias, se você não fizer o check-in on-line e não imprimir seu bilhete, paga mais! Durante o vôo, nem a água é de graça! Maaaaas, se seu objetivo é economizar, vale. Eu já viajei de Ryanair.

Hospedagem

Dica 1: a primeira dica é ficar de olho nas promoções. Assine newsletters das redes hoteleiras e faça bastante pesquisa.

Dica 2: tenha o costume de procurar por dicas de hospedagem em blogs. Viajantes profissionais e blogueiros costumam ficar em lugares mais em conta e divulgam quando gostam. Neste post, por exemplo, eu indico um hotelzinho em Granada. Importante: olhe sempre a data do post e leve em consideração que as coisas podem mudar.

Dica 3: escolha datas fora de feriados e de altas temporadas. É a lei da oferta e procura. É importante também saber se seu destino é famoso pelo turismo tradicional ou pelo de negócios. Se for negócios, os preços mais em conta nos hotéis costumam ser nos finais de semana. Olha que beleza!

Dica 4: hostels, pousadas, albergues costumam ter preços menores. Mas não deixe de olhar os hotéis tradicionais. Muitos andam baixando o preço para poder competir com os pequenos.

Dica 5: reserve apartamentos de temporada. Hoje em dia, você encontra ótimos lugares em sites como AirbnbAlugue Temporada e outros. Nestes casos é importante observar a forma de pagamento. Se é pelo site ou direto com o proprietário. Se for um site internacional, com pagamento pelo cartão de crédito, não esqueça que você paga taxas como o IOF.

Dica 6: que tal experimentar uma hospedagem alternativa? Ficar em casa de amigos, conhecidos, amigos de amigos de amigos? Ou ainda, trocar trabalho por hospedagem? Já fizemos um post com várias ideias. Veja aqui .

Dica 7: converse e pechinche. Nos hostels, nas pousadas e nos apartamentos de aluguel por temporada você consegue negociar preço e/ou outros benefícios. Perca a vergonha. Já fiz isso várias vezes e garanto que dá certo. Os proprietários costumam ter uma margem de negociação e nós precisamos aprender a pechinchar.

Alimentação

Dica 1: a sugestão de pegar orientações em blogs também vale aqui. Mas neste caso, se você fizer questão de experimentar comidas típicas e/ou ter uma refeição em um bom restaurante.

Dica 2: faça como os locais. Observe os moradores da cidade, pergunte onde eles costumam comer, investigue locais não-turísticos. É bem possível que você coma melhor e gaste muito menos.

Dica 3: vá ao mercado. Se você estiver em um apartamento de aluguel fica ainda mais fácil. Organize seu dia para dar tempo de cozinhar e comer ’em casa’. Compre iogurtes, queijos, sanduíches e leve com você. Sente no parque e faça um pique-nique. Você vai economizar muito.

Tem mais dicas ou dúvidas?

Escreva para nós!

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Madri


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Passeio no Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro

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No fim de 2016, fizemos um passeio diferente. Fomos conhecer o cemitério São João Batista no Rio de Janeiro. Um lugar histórico onde estão enterradas grandes personalidades brasileiras.

Nós fizemos um passeio por conta no cemitério. Pedimos indicações de túmulos interessantes para ver com funcionários do lugar.

Se você acha estranho visitar um cemitério, saiba que o São João Batista é um registro da História do Brasil e também reúne esculturas de renomados artistas brasileiros. O lugar é considerado um grande museu a céu aberto.

Duas curiosidades interessantes: a primeira pessoa a ser sepultada ali foi uma criança de 4 anos, filha de escravos. Apesar do cemitério ter sido aberto em agosto de 1852, o primeiro enterro foi só em dezembro porque nenhuma família queria ‘inaugurar’ o lugar.

Até hoje, o túmulo mais visitado do Cemitério é o da Clara Nunes.

O Cemitério São João Batista fica na rua General Polidoro, S/N, em Botafogo. No site você tem mais informações sobre o local e as visitas guiadas.


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Museu da República: um passeio diferente para quem está no Rio

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Sabe quando você se surpreende positivamente com um lugar? Assim foi a primeira vez que entramos no Museu da República. Ficamos encantados com o acervo histórico, com o lindo jardim, com a qualidade do parquinho e com os frequentadores do local. Um daqueles passeios diferentes e imperdíveis.

O Museu da República é, na verdade, um conjunto de prédios históricos e um enorme jardim. A principal construção é o Palácio do Catete, que quando foi inaugurado em 1867 era chamado de Palácio Nova Friburgo. O edifício foi projetado por arquitetos estrangeiros para ser a casa do Barão de Nova Friburgo, comerciante e dono de fazendas de café.

Em 1896, o prédio foi comprado pelo Governo Federal para ser a sede da Presidência da República. O espaço passou, então, a ser chamado de Palácio do Catete e foi cenário de várias importantes passagens da História brasileira. Foi aqui que, em 1917, o governo brasileiro decidiu entrar na Guerra contra a Alemanha. Antes disso, em 1914, Nair de Teffé, esposa do então presidente Hermes da Fonseca, abriu as portas do Palácio do Catete para Chiquinha Gonzaga e um sarau que se tornou histórico. Foi a primeira vez que a música popular brasileira foi executada em um espaço da aristocracia carioca.

Mas o fato mais famoso da História brasileira que teve o Palácio do Catete como cenário foi o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. O museu mantém móveis da época e reproduz o quarto e o escritório do então presidente.

Isso tudo sem falar das belíssimas escadarias, dos tetos, dos pisos maravilhosos e das obras de arte espalhadas pelo Palácio.

A visita ao Palácio do Catete pode ser feita de terça a sexta, das 10h às 17h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h. A entrada no prédio do Palácio do Catete custa R$6,00. Quartas e domingos é de graça.

O Jardim

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Do lado de fora, um espaço muito agradável, com chafariz, lago, gruta, coreto e parquinho infantil. O jardim e o Palácio são tombados pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O Museu da República tem ainda uma galeria de arte, uma livraria, dois cafés/lanchonetes e um cinema. Todo sábado à tarde, um grupo de senhores e senhoras se reúne nos fundos do Palácio do Catete para cantar músicas antigas. Aos domingos, é a vez de um grupo de chorinho tocar nos jardins do Museu da República.

A entrada nos jardins do Museu da República é de graça. Para chegar até lá, desça na estação Catete do metrô.

Mais informações no site do Museu.


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Primeira vez em Curitiba? Lugares que não podem ficar de fora da sua lista

Se você está indo para Curitiba pela primeira vez, se prepare: leve pelo menos uma blusa de frio (mesmo que seja o auge do verão) e não deixe de ver a previsão do tempo antes de programar os passeios. Depois, aproveite as caminhadas por uma das cidades mais limpas e organizadas do Brasil. Na nossa cidade natal, também tem muita coisa pra fazer!!

1. Jardim Botânico

O Jardim Botânico de Curitiba tem que estar na sua lista não apenas porque é um dos cartões postais mais famosos da cidade, mas também porque é, realmente, um lugar agradável e interessante para passear. A arquitetura da estufa principal foi inspirada em um Palácio de Cristal de Londres, do século XIX. Dentro dela estão espécies da Mata Atlântica.

foto: acervo Jardim Botânico de Curitiba

foto: acervo Jardim Botânico de Curitiba

Além da estufa e do jardim geométrico logo à frente dela, o Jardim Botânico de Curitiba tem uma exposição permanente do artista polonês radicado no Brasil, Frans Krajcberg, e um Jardim das Sensações. Um espaço onde é possível tocar nas plantas, sentir a textura das folhas, o perfume das flores e os sons da natureza.

O Jardim Botânico funciona todos os dias, das 6h00 às 19h30. Fica na rua Engenheiro Ostoja Roguski, s/n°. Saiba mais aqui.

2. Bosque do Papa

Um dos nossos lugares preferidos em Curitiba. O Bosque do Papa foi inaugurado em 1980, quando o próprio João Paulo II visitou a cidade. O espaço presta uma homenagem aos imigrantes poloneses. Tem um pequeno bosque de mata nativa e sete casas de madeira que estavam na região metropolitana de Curitiba.

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foto: acervo Família Nômade

Logo em frente ao parque fica uma casa de chá. A Kawiarnia Krakowiak é um ótimo lugar para provar algumas delícias polonesas. Experimente o chá gelado de maçã e as tortas. A confeitaria está sempre no nosso roteiro porque tem mesinhas na área externa onde cães são permitidos. O Dog adora!

O Bosque João Paulo II funciona todos os dias das 6h às 20h. As casinhas do Memorial abrem de terça a domingo, das 9h às 18h, e às segundas, das 13h30 às 18h. A entrada principal é pela Mateus Leme, logo depois do portal polonês.

Mais informações aqui!

3. Bosque Alemão

Para quem tem crianças, este passeio é imperdível! O Bosque Alemão é uma homenagem aos imigrantes e à cultura alemã. Para conhecê-lo bem, o ideal é começar o passeio na parte alta, pelo Oratório Bach. A construção é réplica de uma antiga igreja presbiteriana. Ali funciona uma deliciosa confeitaria alemã, a Erika. Prove as bolachas de canela (sim, em Curitiba a gente fala bolacha!!).

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foto: acervo Família Nômade

Depois siga até o mirante da Torre dos Filósofos para tirar uma foto com Curitiba ao fundo. Desça TODAS as escadas. Isso mesmo!! Vá em frente! É agora que a diversão começa. Lá em baixo, fica o bosque propriamente dito. A trilha de João e Maria tem painéis que contam a história criada pelos irmãos Grimm. No meio do caminho fica a casa da bruxa: uma biblioteca infantil. Nos finais de semana, as bruxas estão lá para contar histórias para as crianças. Anote os horários: 11h, 14h e 16h. A trilha termina num lindo jardim onde você encontra a reprodução de uma fachada de casa alemã antiga.

O Bosque do Alemão funciona todos os dias, das 8h às 18h. Endereço: rua Nicolo Paganini esquina com rua Schubert, Vista Alegre.

4. Feirinha do Largo da Ordem

Este é um passeio obrigatório para quem vem a Curitiba. Pena que é só domingo de manhã. A feira de artesanato do Largo da Ordem funciona das 9h às 13h. São várias quadras de barraquinhas alinhadas bem no centro histórico da cidade. Além da região ser bem bonita (se você não estiver na cidade em um domingo, visite o local mesmo assim), você vai conseguir comprar todas as lembrancinhas e presentes aqui. Tem de tudo. Muita coisa de qualidade. Eu já visitei várias feiras de artesanato e a de Curitiba continua sendo a melhor, na minha opinião.

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Largo da Ordem – foto: acervo Família Nômade

Aproveitei para experimentar uma comida típica polonesa e ucraniana, o pierogi, na barraquinha do Tadeu, o Rei do Pierogi!!

5. Paço da Liberdade

O Paço da Liberdade é hoje um espaço cultural administrado pelo Sesc. Mas em 1916, quando foi inaugurado, serviu de sede para a prefeitura de Curitiba. O prédio mistura o estilo neoclássico e a art-nouveau e é o único imóvel de Curitiba tombado pelas três instâncias do Patrimônio Histórico (Nacional, Estadual e Municipal). No terceiro andar, fica a antiga Sala de Atos, onde os vereadores se reuniam para discutir e aprovar as leis municipais. Os móveis da época continuam lá. As pinturas das paredes e do teto foram restauradas. Ao lado, fica uma réplica da sala onde trabalhava o prefeito Cândido de Abreu. Um passeio imperdível.

foto: acervo Sesc Paço da Liberdade

foto: acervo Sesc Paço da Liberdade

O prédio tem um café onde você pode fazer uma paradinha para descansar ou para curtir boa música. Frequentemente há apresentações musicais ali.

Anote o horário de funcionamento do Paço da Liberdade: de terça a sexta, das 10h às 21h, aos sábados, das 10h às 17h, aos domingos, das 11h às 17h. Para saber mais sobre a programação cultural do Sesc Paço da Liberdade acesse aqui.

6. Parque Tanguá

Na minha opinião, é o mais bonito de Curitiba. As fotos ficam sempre lindas de lá! Pra começar, o parque é enorme! Tem 235.000 metros quadrados. Vale a pena descer a escadaria para ver a cachoeira do outro lado. O parque foi criado a partir da recuperação de duas antigas pedreiras e dentro do projeto de preservação do Rio Barigui. Aproveite para visitá-lo no mesmo dia que for à Ópera de Arame.

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foto: acervo Prefeitura de Curitiba

O Parque Tanguá fica na rua Oswaldo Maciel, s/ n°. Fica aberto 24 horas. Mais informações no site da prefeitura.

7. Ópera de Arame e Pedreira Paulo Leminski

A Ópera e a Pedreira ficam lado a lado. Vale a pena ver as duas. A Ópera de Arame é um grande teatro todo feito de tubos, com teto e paredes transparentes. É legal visitar tanto de dia quanto à noite. Se você puder ver um espetáculo, melhor ainda.

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Minha equipe dos tempos da Tv Sinal gravando uma reportagem na Ópera de Arame

Saindo de lá, vá a pé mesmo à Pedreira Paulo Leminski. Imagine todo aquele espaço ENTUPIDO de gente. Sim, muitos shows tiveram lotação total: 20 mil pessoas. Hoje em dia, as apresentações na Pedreira não são tão frequentes, mas ainda são realizados alguns shows por lá. É também o lugar da tradicional encenação da Paixão de Cristo.

Para saber mais, clique aqui.

8. Museu Oscar Niemeyer e Parcão

O Jardim Botânico e o Museu Oscar Niemeyer são, sem dúvida, os mais famosos pontos turísticos e cartões postais da cidade. O Museu tem que estar na sua lista. É lindo por fora e super legal por dentro. Tem sempre exposições interessantes e um túnel que leva de uma sala à outra. Sempre me sinto dentro do filme Guerra nas Estrelas, rsss.

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foto: acervo Museu Oscar Niemeyer

Se for ao Museu no fim de semana, passe no Parcão. Fica atrás. Uma área gramada enorme onde (quase) todo mundo leva os cães para passear. Nos finais de semana, fica realmente cheio de cachorros correndo pra cima e pra baixo, crianças tentando alcançá-los e jovens sentados em cangas nas gramas. É um ótimo lugar para passar a tarde de sábado ou domingo.  Nós já falamos sobre ele aqui.

O Museu Oscar Niemeyer funciona de terça a domingo, das 10h às 18h. O ingresso custa R$ 6,00. No primeiro domingo do mês é de graça, mas já aviso que a fila é enoooorme. Mais informações no site do museu.

9. Capela Santa Maria

Não é um dos pontos turísticos mais visitados pelos turistas, mas eu super recomendo. É linda! Fica no centro, perto do Teatro Guaíra (teatro que também vale a espiada). Se você puder assistir a algum concerto, melhor ainda. Tem mais tempo para admirar a construção. A Capela foi inaugurada em 1939 dentro da antiga sede do Colégio Santa Maria. Hoje, o espaço virou uma bela sala de concertos. Desde 2008, é também a casa oficial da Camerata Antiqua de Curitiba.

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foto: acervo Família Nômade

A Capela Santa Mariafica na rua Conselheiro Laurindo, 273, e funciona de segunda a sexta, das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00, além dos horários de concertos.

10. Santa Felicidade

Santa Felicidade é o bairro italiano. Reserve um dia para almoçar e caminhar por lá. Mas prefira os dias da semana, tem menos movimento. Se decidir ir ao mais famoso restaurante de Santa, o Madalosso, chegue cedo. Sempre tem fila de espera. O cardápio é único e por pessoa. Você senta e os garçons começam a trazer sem parar uma infinidade de pratos italianos: frango frito, frango prensado, lasanha, nhoque. Meu prato preferido é a asinha de frango frita, o Sid AMA o risoto e a salada de radicchio com bacon e vinagre de vinho tinto feito pela casa. O Madalosso tem também o próprio vinho de mesa. Não deixe de provar a polenta frita. É a melhor que eu já comi! Se tiver sorte, converse com a proprietária. Dona Flora está sempre por lá e é a simpatia em pessoa. Mas, sinceramente, duvido que a encontre. Ela está sempre coordenando tudo na cozinha. 🙂

foto: acervo Madalosso

foto: acervo Madalosso

É interessante por ser o maior restaurante do mundo em número de refeições. Está até no livro Guiness. A comida é bem boa, mas é sistema italiano… o garçom vai colocando, você vai comendo, ele traz mais, as pessoas passam, as crianças saem correndo para ir ao suuuuper parquinho. Enfim, uma confusão italiana deliciosa.

Depois, caminhe pela rua de paralelepípedos, entre nas lojinhas de artesanato e faça a digestão tranquilamente.

Dica: você pode fazer todos estes passeios usando a Linha Turismo de Curitiba. Clique no site para saber mais.

Dica 2: muita gente que vem à Curitiba pela primeira vez quer conhecer a Rua 24 horas. É um lugar legal, bonito e agradável, mas não vale ir até lá se você estiver pouco tempo na cidade. A Rua já não funciona mais 24 horas e não tem nada de tão diferente assim. Se você estiver com tempo ou por perto, claro, dê uma passada, mas eu não trocaria um dos passeios sugeridos acima por ela! 🙂

Dica 3: se você estiver com mais tempo ou você já conhecer um dos passeios sugeridos aqui, aproveite para ver os lugares sugeridos aqui e aqui.

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Passeando de trem por São Paulo

Nosso passeio do último fim de semana foi desbravar parte da Mooca, em São Paulo. Eu, sinceramente, achei o bairro meio abandonado, precisando de uma revitalização, mas nosso passeio foi ‘demais de legal’!! Primeiro fomos conhecer o Museu da Imigração (eu e a Clara porque o Sid teve que ficar com o Dog do lado de fora).

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O prédio é patrimônio histórico estadual e municipal. Nele, foi inaugurada, em 1887, a Hospedaria de Imigrantes. Por aqui passaram estrangeiros de mais de 70 nacionalidades que vieram para o Brasil em busca de uma vida melhor.

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Os imigrantes vinham, principalmente, trabalhar nas lavouras de café. Na Hospedaria, os recém-chegados ficavam alojados até serem encaminhados aos novos empregos. O espaço tinha também uma central médica, lavanderia, cozinha, refeitório, assistência odontológica, correio e posto policial.

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A partir dos anos 30, a Hospedaria de Imigrantes tornou-se também um lugar para receber pessoas de outros estados brasileiros que vinham trabalhar, principalmente, na indústria paulista.

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O Museu resgata esta História através de fotos, depoimentos e algumas instalações bem interessantes. O refeitório e o alojamento da época foram recriados. Os objetos antigos, usados na Hospedaria, ficam expostos em nichos nas paredes.

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Anote o horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 17h, aos domingos, das 10h às 17h. O ingresso custa R$6,00. Aos sábados é de graça. O endereço do Museu da Imigração é Rua Visconde de Parnaíba, 1316, Mooca.

Depois, atravesse a rua e vá até a pequena estação, andar de trem! A Maria Fumaça, locomotiva a vapor, puxa apenas dois vagões: um da década de 50 e outro da década de 20. Fomos no mais antigo, ainda de madeira, com poltronas no lugar dos bancos. Dá até para imaginar as senhoras de vestidos longos sentadas confortavelmente vendo a cidade passar pela janela.

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O Trem Cultural dos Imigrantes percorre um trecho curtindo do antigo Ramal Ferroviário dos Imigrantes. Vai até a rua da Mooca e volta até a entrada da Estação do Brás. O passeio dura 25 minutos. Voluntários da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária servem de guias e contam algumas histórias da época em que o trem funcionava normalmente.

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Pra quem gosta de História ou tem crianças, o passeio vale muito a pena. Até o Dog foi!! A Maria Fumaça funciona aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 16h00, com saídas a cada uma hora da Parada da Rua Visconde de Parnaíba, 1253. Para viajar no vagão de aço, da década de 50, custa R$15,00 por pessoa. Para viajar no de madeira, da década de 20, o valor é R$ 20,00 por pessoa. A Clara e o Dog viajaram de graça 🙂

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Um museu diferente de todos que você já conheceu!

Fazia muito tempo que eu queria conhecer o Catavento Cultural, em São Paulo. Já tinha lido sobre ele em vários blogs, mas achava que ele não despertaria muito o interesse da Clara, por ela ter apenas 2 anos. Bom, é verdade que o mais interessado foi o Sid, mas a Clara se divertiu muito. Eu também!

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O Catavento Cultural é um espaço para aprender sobre tudo! Biologia, Astronomia, Mecânica, Química, História, Física, explicadas de maneira lúdica e fácil de entender, no museu mais diferente que você já viu. Para saber mais sobre Gandhi ou Santos Dumond, por exemplo, você é convidado a escalar uma parede. Lá em cima, o “próprio” personagem conta um pouco da vida dele.

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Em outra parte, você entende como o som se propaga, como o tornado se forma ou como gerar energia elétrica. Tudo isso, através de instalações que você mesmo manuseia. Fique dentro de uma bolha de sabão ou sinta seu cabelo levantar ao colocar as mãos no gerador de Van de Graaff. E que tal ver o sistema solar de um outro ângulo? Ou o interior de um coração em tamanho gigante? O Catavento Cultural mostra tudo isso.

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O museu é dividido em 4 seções: Universo, Vida, Engenho e Sociedade. Do lado de fora, antigas máquinas da Prefeitura de São Paulo, um avião, um trem, uma antiga colheitadeira de algodão. O próprio prédio é lindo demais. O Palácio das Indústrias foi construído entre 1911 e 1924 e já foi sede da Prefeitura de São Paulo, da Assembleia Legislativa e também palácio de exposições e delegacia de polícia!

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Separe a manhã ou a tarde inteira. Há muito o que ver e fazer.

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O Catavento Cultural funciona de terça a domingo, das 9h00 às 17h00. A bilheteria fecha às 16h00. O ingresso custa R$ 6,00 (crianças até 3 anos e 11 meses não pagam, de 4 a 12 pagam meia). Você pode ir de metrô, descendo na estação Dom Pedro II e dando uma caminhadinha. Se for de carro, pare no estacionamento do próprio museu. Custa R$10,00 para o período de 4 horas. Para mais detalhes, visite o site.

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